Consumo cresce acima do PIB desde 2010

Simple Energy Post, 29 de Janeiro de 2015

Segundo matéria publicada pelo jornal Valor Econômico, o consumo de energia será pouco afetado pela desaceleração da economia neste ano e não vai dar refresco ao sistema de geração elétrica do país. Especialistas do setor projetam que a demanda seguirá alta e descasada da atividade, ainda que ela fique um pouco menor do que os 3,7% registrados em 2014 ante o ano anterior, em função da bandeira tarifária e dos gordos reajustes esperados na conta.

Residências, comércio e o setor de serviços, "equipados" com mais produtos eletrônicos em função do crescimento da renda e da economia nos últimos anos, continuarão com demanda alta.

O professor da UFRJ Nivalde de Castro atenta para o fato de que nos últimos anos dissipou-se no Brasil a elasticidade entre crescimento da economia e a demanda por energia. Ou seja, o consumo de energia não acompanha mais o aumento da atividade. Ano passado, o Produto Interno Bruto (PIB) do país cresceu 0,4% segundo o último Boletim Focus, com a mediana das projeções do mercado, enquanto o consumo de energia aumentou 3,7%, segundo o Operador Nacional do Sistema (ONS). "Outras variáveis ganharam importância, como o calor, por exemplo, uma vez que a renda e o consumo de eletrônicos aumentaram. A demanda por energia cresce à revelia do PIB", afirma Nivalde de Castro. A indústria é o único setor que conservou elasticidade entre produção e demanda ao encolher a atividade ano passado.




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